sexta-feira, 1 de março de 2013

Vamos espalhar a fotografia com a lojinha Atelliê que completa 6 meses de vida!!!!!

Então, quem me conhece sabe bem que eu não sou de fazer propaganda que não vale a pena, daí eu recebi um email da lojinha Atelliê com um proposta bem legal. Sou muito fã dos produtos da lojinha, tem muita coisa linda, bem feita e útil!!!! Sempre que dou alguma oficina de fotografia analógica ou de PINHOLE eu recomendo que o estudante carregue nas suas experiências cadernos de anotações, esses cadernos vão te servir pra vida toda e tenha certeza que suas experiências vão estar sempre evoluindo com essas anotações. O fato interessante é que é praticamente impossível você encontrar cadernos e bloquinhos personalizados, pra deixar suas experiências fotográficas com ainda mais estilo e personalidade. Mas a lojinha Atelliê pode te proporcionar essa experiência  sim!! Vou confessar que ainda não tenho um dos combos do Atelliê e o meu caderninho de anotações é tão velho que não tenho nem coragem de mostrar. 

Mas vamos deixar de BLÁ BLÁ BLÁ e mostrar o que interessa, né.

 Combo Viagem

Combo Caminho

Combo Fotojornalismo

Combo Polaroid

Combo TLR

Clica nas imagens acima que já vai te levar pro site da lojinha, ok. 

Esses São meus preferidos, mas lá no site da lojinha Atelliê tem mais um monte pra você escolher! Basta dar uma clicada aqui: Lojinha Atelliê pra conhecer todos os produtos. 

Só pra deixar vocês na empolgação, vou logo dizendo lá não tem só bloquinhos e cadernos não, tá! Tem também Bijus, Coletes, Canecas, Anel, Postais, Almofadas, Bastidor de parede... é tanta coisa que só você conferindo. 


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Oficina de pinhole na Capela Dourada.


Então povo, sempre dou oficina, mas sempre tem um público alvo específico, as vezes até 15 anos, as vezes pra uma turma de uma escola, as vezes pra uma turma de faculdade, as vezes para professores, mas nunca tive uma oficina assim "LIVRE", coloquei entre aspas pois o público alvo são jovens, mas gostaria de deixar claro o que são jovens do ponto de vista da metodologia da oficina, então, pra que não fique com estereótipo de preconceituoso, vou ser bem clara, jovens, são os não crianças e não idosos, mas por que? É que pra criança e idoso eu prefiro fazer a oficina com mais tempo, pois existe a possibilidade dessas faixas etárias oferecerem alguma espécie de limitação por conta da idade, uma criança tem a coordenação diferente, um idoso também. Mas... se você criança ou idoso tiver uma boa coordenação pra trabalhar com artesanato, e também tiver habilidade e autonomia para trabalhar com objetos cortantes, então é só se inscrever.

Mas como, onde, quando????

Durante a campanha da fraternidade 2013 o Museu Franciscano de Arte Sacra oferecerá Oficinas de Fotografia voltadas para o público jovem. 

Oficina de Pinhole Consiste numa breve apresentação sobre a história da fotografia e um debate saudosista sobre os tempos da fotografia analógica e sua retomada na atualidade. Posteriormente passaremos para o processo de confecção das “máquinas fotográficas” nesse processo juntamos a criatividade, reciclagem e artesanato, num processo único. Após a criação das câmeras daremos breves instruções de como utilizar a câmera artesanal e a última fase consiste em fotografar.
O objetivo é fazer a retomada de todo aquele processo fotográfico dos tempos de outrora, estimulando a curiosidade e desvendando os mistérios da fotografia.

Solicite sua ficha de inscrição pelo: museufranciscano@gmail.com

Ou na recepção do museu. Dia: 16/03/2013 / 9:00 ás 11:30

Investimento de: R$: 5,00

Informações (81) 3224-0530/3224-0994 museufranciscano@gmail.com

Quem quiser se inscrever comigo é só me mandar email: fabianaalexandre23@gmail.com

Só restam 8 vagas, aproveitem que já tá chegando.


domingo, 20 de janeiro de 2013

Simulador de câmera

Tô aqui de boa na lagoa, cheia de coisa pra fazer, mas dei uma paradinha pra avisar uma coisa, vai ter TAG nova no blog, mas seguindo uma linha das tags existentes, a tag vai ser #fotógrafAspernambucanas, tô preparando a entrevista e já tenho até a vítima, mas ainda é segredo. Vamo ao que interessa povo! Você tem aí na sua casa uma câmera profissional ou semi profissional e fica arretado(a) por não saber pra que serve esses númerozinhos e essas letrinhas que tem nela... Daí você chama seu amigo entendido de fotografia e ele vai de dizendo pra que serve tudo isso e as coisas parecem que só pioram quando ele explica... CHEGA!!!!! vou citar um exemplos simples de utilização dessas configurações e ainda vou te dar, de quebra, um simulador pra você testar tudinho!!!!!!!!!

Vamos lá!

a situação é:

uma pessoa em movimento, segurando um objeto em movimento com luz do dia iluminando o lado direito do rosto da pessoa e o lado esquerdo fica na sombra.

o que você tá querendo:

que a sombra do rosto fique menos aparente [mais clara] e todo o resto fique nítido.

como fazer:

primeiro, se é foto externa é bom usar o iso baixo [entre 100 e 400] pra evitar grãos na foto.

segundo, se o iso é baixo você tem que usar grandes aberturas [quando a abertura é grande os números são pequenos] ex: coloca tua abertura em f/2.8 [abertura grande] 

terceiro, se você tá querendo que a foto fique com a parte de sombra mais clara então vai ter que "burlar" as "regras de fotometria da sua câmera" deixando ela com até 1 ponto de exposição acima. - Como eu faço isso? Na tua câmera vai ter um desenho assim -2..1..0..1..2+ no automático a tua câmera sempre deixa uma linha marcando no meio, no 0. Daí tu vai procurar deixar tua velocidade baixa suficiente pra deixar tua foto sem borrar e com a linha marcando um número acima de 0. assim: -2..1..0.I1..2+ faz de conta que esse "I" é a linha do fotometro. 

Pronto, terminou, pode bater a foto, caso você tenha aguentado ler esse tutorial chato até aqui, se você não entendeu nada e mesmo assim tá querendo aprender a mexer na sua câmera sem acabar toda a vida de clicks dela e sem querer estourar ela no chão por achar que ela tá quebrada... então se segura aí!

Esse link aqui tem um simulador de câmera que você pode configurar ela do jeito que quiser e dar o click, o simulador é tão bacana que ainda dá pitaco no teu click e diz se tá bom médio ou ruim. 

Eu adoro esse site e recomento a todos!!!!


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Entrevista com o fotógrafo Chico Atanásio.

Oi pessoas queridas! Com grande prazer consegui concluir mais um entrevista com mais um fotógrafo daqui de pernambuco. Conheci Chico pelos grupo de fotógrafos do facebook "fotógrafos recife" um espaço bastante democrático que agrega pessoas com conhecimentos variados e onde as pessoas podem compartilhar  seus trabalhos e trocar experiências. Chico já me quebrou muito galhos nessa vida, pois eu não domino edição em photoshop  pelo mau costume de usar o lightroom e corel draw apenas (mas isso fica pra outra hora), daí ele sempre me passa ótimas dicas e me ajuda com críticas bacanas nos trabalhos que compartilho com ele. Outra coisa engraçada é que conheci parte do trabalho dele antes de conhece-lo, pois estudamos na mesma universidade e vi uma exposição de indumentárias que continha parte do trabalho dele e dos outros alunos, um tempo depois vendo as fotos dele no facebook foi que associei o trabalho a pessoa e isso foi bem bacana. Decidi convida-lo por ele ser sempre cordial e receptivo, não me surpreendeu ele topar a entrevista, pois o cara é bem gente boa! [digo isso por já ter tido pedidos de entrevista que sequer foram respondidos com um não] Mas a gente aqui não perde tempo, não! se tem gente boa e que precisa ser mostrada, tenha certeza que eu tentarei. 


Chico Atanásio



Qual a sua idade?

9 anos de fotografia.

Qual a sua formação?

Design pela UFPE.

Como a sua formação influencia seu trabalho?

Com o Design eu aprendi a teoria da linguagem visual, metodologia de criação e técnicas para desenvolvimento da criatividade.

Quando foi seu primeiro contato com a fotografia?

Eu estava passeando com uma tia minha num shoping e vi numa loja fotográfica um kit de câmera e point and shot com flash. Não sei porque, mas achei muito interessante. Fiquei hipnotizado com a oferta e parei de frente para a vitrine. "Uma câmera e um Flash embalados juntos em cartão de papelão verde e com o plástico moldado cobrindo tudo. Pilhas inclusas". Não era de sair pedindo as coisas que via, mas diante da sena nem era precisou perguntar para ver que eu tinha ficado interessado. Acho que quando ela me ofereceu eu relutei um pouco com medo que fosse caro. Se não me engano custou algo em torno de uns R$7,00 na época. Isso ajudou muito!! Esperei o São João que estava muito próximo para fazer minha estreia. Em tal data precisei pedir ajuda a um adulto para colocar o filme porque a câmera era tão simples que nem possuía aquela bobina onde se prende a ponta do filme para enrola quando o avançávamos manualmente a cada foto batida. Resolvemos a questão e passei a festa fazendo os retratos dos familiares nas suas rodas de conversas de adultos, sentados nos sofás e bancos espalhados pela casa dos meus avós maternos. Depois das 24 fotos e mais algumas excedentes porque o filme não havia sido puxado de mais, algo me incomodava. Ao chegar em casa, antes de rebobinar o filme eu tinha de descobrir como ele ficava armazenada se lá não havia nada para ele se enrolar. Isso não estava me deixando dormir, tinha de descobrir isso e matar a curiosidade. O jeito que tinha era abrir para ver. Eu tinha de fazer o TESTE TST (Teste São Tomé), eu tinha de ver para crer!! Mas eu sabia que não podia abrir em qualquer lugar pois a luz poderia estragar... Tinha de ser num lugar escuro e então fui para o banheiro do quarto dos meus pais. Apaguei a luz e esperei algum tempo até me acostumar com o escuro e poder ver alguma coisa. Finalmente abri e fechei rapidamente. Vi que de alguma forma o filme estava fora do magazine e todo enrolado. Mas enrolado onde?? Foi muito rápido e não consegui ver isso. Tive de abrir uma segunda vez e demorei um pouco mais de tempo para observar o mecanismo. Fechei e fiquei com a máquina na mão e encostado na pia tentando imaginar como aquilo era possível. Lembrei que ela era acondicionado no magazine todo enroladinho e por isso sua tendência natural seria se manter daquela forma. Por isso ele não precisava de nenhuma assistência para ficar enrolado. E o mistério estava resolvido, viva! Muito feliz por ter resolvido o caso, abri mais uma vez para admirar minha descoberta. Eu iria finalmente conseguir dormir em paz naquela noite. Com muito cuidado rebobinei o filme e deixei separado para que alguém pudesse levar para revelar. Uns 2 dias depois eu ja estava muito ansioso para ver o resultado das minhas fotos. Enquanto as procurava no meio das fotos da outra máquina recebo a decepcionante notícia... Todas as fotos tinham queimado, e a coitada da máquina foi quem levou a culpa. Só muitos anos depois foi que entendi o que fiz e essa é a primeira vez que eu revelei ter aberto a máquina. E não apenas uma, mas três vezes. Não farei mais isso.

Você é/foi apoiado por familiares nas suas decisões profissionais?

  
Sim. Mas a principio a fotografia não seria uma opção profissional. Na época as fotos que eu vinha fazendo serviam para compor relatórios de atividades extracurriculares para o curso. Depois que terminei uma disciplina de fotografia no curso de Design com o Professor Clilton Galamba, eu acabei substituindo meu pai em um curso de estúdio que ele queria fazer mas ficou sem tempo. Seria a continuação de um curso básico que ele havia feito e depois me dado suas apostilas e exercícios para eu fazer por conta própria.

Analógica ou digital?

              
 Aprendi com o analógico e câmera mecânica. Recomendo essa didática para o aprendizado, mas atualmente uso digital.
               
Entendo a fotografia como um processo de construção e a revelação da foto faz parte desse conjunto de etapas. Tive muitas dificuldades com o analógico porque o laboratorista não via a mesma coisa que eu vi quando fiz a foto. Eu não entendia porque ficavam diferente.
              
 Depois de ter passado pelo curso de fotografia no Instituto Politécnico de Tomar entendi melhor esse universo. Vejo poucas mudanças no processo de fotografar das rudimentares câmeras de 1900 para as nossas atuais. Para além de alguns aperfeiçoamentos tecnológicos tudo se resume a um sistema óptico, um obturador e uma câmara escura com um suporte fotossensível dentro dela.

Quais seus Fotógrafos e artistas de referência?

Primeiro é o Ansel Adams e o que ele representa dentro da  “straight photography”, Depois o Man Ray com seus experimentos, o grupo Life e National Geographic (que somam um peso incalculável a história da fotografia documental), desenhos em giz de cera de Francisco Brennand e tantos outros que vão aparecendo a cada livro que lemos. Minha última referência é o Paul Valéry que dizia: "Um artista nunca termina seu trabalho. Ele apenas o abandona."

Que tipos de fotografia você mais gosta de fazer?

Pessoas.

Que tipos de fotografia são mais problemáticas de fazer e por quê?

              
Para mim são as paisagens... elas não viram um pouco mais de lado se você pedir e não costumam reagir a elogios ou provocações! rsrsrs
              
Eu acho difícil porque a paisagem vai existir apenas naquele local e posição. Não podemos transportar ela para um lugar de luz controlada como um estúdio e passar horas estudando a melhor forma de fotografa-la. Ainda assim pode-se pensar que o fato de ela não se mover e parecer estar ali sempre do mesmo jeito acaba sendo um engano. Mesmo ela podendo ser composta de objetos estáticos, elas está sempre mudando de aparência com o sol que segue seu percurso e com as nuvens que passam. Nada está sob controle. É preciso ter muita paciência e deixar a natureza se revelar. Tenho de me conformar com isso.

O que você poderia acrescentar a respeito da formação profissional em fotografia, a partir de que momento o fotógrafo deixa de ser amador e passa a ser profissional?

Acho que como em qualquer área, ele passa a ser profissional a partir do momento que a vida dele depende do exercício daquela atividade. Mesmo que ele seja despreparado ou até mesmo ruim, se ele sobrevive as custas da fotografia que faz, ele é um profissional. Eu nem gosto de categorizar equipamento como câmera amadora ou câmera profissional. Hoje o que mais se tem é amador com câmera classificada profissional e profissional com câmera classificada como amadora.

Você já teve alguma experiência fora do comum em algum trabalho e que possa compartilhar conosco?
               
Ainda estou esperando por esse momento.

Você já teve alguma foto publicada em algum lugar que foi bastante significativo pra você?
               
Acho que são as fotos que faço das pessoas e elas acabam as usando como sua foto de perfis em mídias, redes sociais, etc. É como se realmente eu tivesse conseguido entender e traduzir como ou o que aquela pessoa é ou gostaria de parecer. E ela se reconhecer naquele personagem que eu imaginei é um atestado de sucesso.

Que dicas você pode deixar pra quem quer começar a fotografar?

Fotografe muito seus amigos. E se quiser entrar para o ramo profissional procure quem esteja nele a mais tempo.

Quais os seus endereços na web ou endereços físicos pra quem queira conhecer seu trabalho possam visitar?

               StudioLumiarBelem

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

que câmera eu compro??

Então pessoal... uma postagem expressa pra acabar definitivamente com aquelas perguntas que me intimidam tanto e que eu já cansei de responder milhões de vezes pra milhões de pessoas. Eu vou colocar um link de um site fantástico que investiga com 15 perguntinhas básicas que equipamento é adequando para seu conhecimento e suas pretensões. 

o site é o HELLOQUIZZY

e eu fiquei alucinada com a precisão do resultado e o nível das perguntas. Espero que ajudem vocês nas próximas compras.